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domingo, 13 de maio de 2012

E quanto a ti?


"(...)
- Ao contrário, talvez tente arrumar a bagunça da vida dos outros.
-E ela? E a bagunça na vida dela? Quem vai por ordem?
(...)"

In: O Fabuloso Destino de Amélie Poulain. Imagem Filmes, 2002.



segunda-feira, 1 de junho de 2009

Sublime...

Lendo o texto de Afonso Romano de Sant'Anna, no caderno Cultura do Estado de Minas, do dia 31 de Maio de 2009, onde relata sobre um documentário que assitiu - O Equilibrista, de James Mash - dá a definição de sublime e quero po-la aqui, já que o último post foi sobre cinema onde também fiz associações adjetivas:

"É desconcertante e sublime constatar que o ser humano pode deixar uma mensagem de paz e de beleza onde outros deixam a cicatriz do horror. E, assim, saio também do cinema com essa sensação de que o sublime não existe apenas em contraposição ao trágico. O sublime é o que eleva, arrebata e nos transcende acima das cinzas deixadas no chão." (In: O Equilibrista dentro de nós)

sábado, 30 de maio de 2009

Divã - O Filme

Não, este título não é meu. É o título do filme ao qual fui assistir, baseado na obra de Martha Medeiros, e que está em cartaz nos cinemas.

A primeira crítica que li deste filme, num site que não compensa divulgar, dizia algo dando a entender que não passaria de uma intenção xinfrim de fazer um bom filme. Confesso que na hora fiquei meio desestimulada a ir conferir. Mas, como na verdade fui convidada, lá fui eu...

E amei o filme! Eu, como já sou uma "besta" por natureza, ri até não poder mais!! Tive a sorte de ter próximo a mim, outros espectadores tão entregues quanto eu, daí não houve reclamação, né?! rrsss...

Enfim...


Lília Cabral está espetacular em sua interpretação. Consegue nos passar com toda delicadeza e sinceridade as emoções da personagem. Consegue nos transportar para seu mundo. Ou será que por representar o nosso mundo é que há uma identificação com a personagem?

A princípio, levando uma vida normal, sem grandes problemas, como ela - a Mercedez, personagem representada por Lilia - mesma diz, resolve um dia procurar por um analista. No início não sabe muito bem porque o procura e nem aonde chegará com essa análise.

Até que percebe que está num casamento, que não lhe traz mais atrativos e arroubos da paixão. E junto com essa descoberta, a de que está sendo traída também. E então começa realmente, seu momento de análise.

Não posso contar muito do filme, senão perde a graça. Mas vale a pena assistir. Não porque vá encontrar coisas mirabolantes como alguns críticos acham que temos que assistir, como acontecem nos filmes americanizados. Não. Divã encanta pela simplicidade, pela realidade sem hipocrisia.

Por que querer fazer um filme com casos de amor que sabemos que só existem nas telas? Tudo bem, às vezes precisamos de um pouco de ilusão... Mas aí poderemos incorrer no risco de viver somente o irreal. E é exatamente o que retrata Divã: o que realmente nos acontece. Passamos a vida inteira procurando um amor, mas nos esquecemos que a vida é efêmera, e cíclica e que nós somos seres mutantes.

Ah! Não poderia deixar de comentar sobre a parceria entre Lilia Cabral (Mercedez) e Alexandra Richter (Mônica), surpeendente, consegue ir de um extremo a outro, hora nos fazendo chorar de tanto rir e outras de chorar de verdade, ao ver retratada com tanta maestria, uma relação de amizade verdadeira...

Divã é um dos poucos filmes que me fez, ao mesmo tempo descontrair e refletir, por conseguir, sem grandes arroubos, trazer à baila assuntos tão realistas, por serem nossos também, e nos ensinar - por que não? - como viver a vida de uma forma mais leve... Não nos engana dizendo-nos que momentos desagradáveis não existam. Não. Mas nos mostra como podemos superá-los, sem deixar de viver! Foi assim que me senti ao sair da sala... Foi o que conclui.


P.s.: Sem contar que percebi sorrisos na platéia! Isso prova para mim, mais uma vez, que não devo ler críticas de filmes antes de conferi-los. Mas por mim mesma.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

A Casa do Lago




Desculpem-me, mas tive que remover este post! Algum professor(a) deve ter dado algum trabalho de análise do presente filme. Com isso, a procura por este meu post foi consideravelmente relevante nos últimos dias. Como sei do quanto as pessoas respeitam obras alheias, resolvi tirá-lo do ar. Caso algum colega seu apareça com algum trabalho mencionando inclusive o dicionário de Chevalier, não tenha dúvidas! Pode dizer ao seu professor(a) que seu referido companheiro(a) retirou o texto daqui. Agora, basta saber se deram os devidos créditos...

Sem mais...

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Palavra Encantada.

http://tvig.ig.com.br/Templates/Player.aspx?id=29231&video=palavra-encantada


É apenas o trailer de um documentário Brasileiro.

"As relações entre a literatura e a música brasileira são apresentadas no documentário por meio de entrevistas com artistas brasileiros, que falam sobre seus livros e autores preferidos, cantando e declamando trechos de músicas, que são relevantes no processo de inspiração.

Entre os entrevistados, estão Adriana Calcanhotto, Antônio Cícero, Arnaldo Antunes, BNegão, Black Alien, Chico Buarque, Ferréz, Jorge Mautner, Zé Celso, José Miguel Wisnik, Lenine, Lirinha, Luiz Tatit, Maria Bethânia, Martinho da Vila, Paulo Cesar Pinheiro, Tom Zé e Zélia Duncan."

(Palavra encantada) Brasil, 2008. Direção: Helena Solberg. Produtor:David Meyer, Marcio Debellian. Duração: 83 min.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

De Encontro com o Amor.


Ainda falando sobre cinema... Gosto muito de assitir filmes, apesar de fazê-lo pouco.

Mas hoje resolvi ir à locadora procurar por algo que naquele momento me chamasse a atenção. Escolhi De encontro com o amor.

Sinopse:

Jeremy Taylor (Joshua Jackson) é um jovem escritor que está à procura de seu ídolo, Weldon Parish (Harvey Keitel). Parish vive atualmente recluso, decisão que tomou após passar por um grave bloqueio criativo. Jeremy consegue encontrá-lo no interior da Itália e, após uma resistência inicial, consegue se aproximar e tornar-se seu amigo. Parish passa então a lhe dar ensinamentos para que possa lapidar seu talento, ao mesmo tempo em que Jeremy se apaixona por Isabella (Claire Forlani), filha de seu mestre.

Gostei muito do filme. Trás uma mensagem muito positiva para os dias corridos em que vivemos, onde abdicamos de nossos sonhos e desejos e vivemos apenas em função do capitalismo selvagem.



"Todos precisam de um pouco de loucura; é o que nos livra da dor deste mundo."

Mamma Mia.


Ontem fui ao cinema assistir o filme Mamma Mia. Adorei, dei boas risadas.

É um filme leve, alto-astral, que te faz desligar do mundo à volta. Dá até vontade de sair dançando junto com as personagens.

Ah, para inteirar mais: é baseado num musical montado há tempos (não sei quantos) atrás.

Vale a pena ver.