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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Isabela

Isa é uma menina meiga, doce...
Bela de coração, que só deseja o bem.
Ela anseia que um dia as pessoas percebam a beleza e a poesia nas pequenas coisas e momentos da vida, como ela vê.

Acontece que Isabela não é muito de expressar o que sente, o que pensa. Prefere ficar de longe, só espiando... Viver em seu mundo, onde tudo é belo, onde o amor impera.

Isa, a Bela, não é bem interpretada pelos que a cercam. 

Pena.
Não sabem o que poderiam encontrar...

Enquanto isso, Isabela, que não liga muito pra essa gente que não gosta de poesia, que apenas "passam pela vida", continua convicta de seus sentimentos.
Seu coração é seu guia...

(...)

sábado, 16 de outubro de 2010

Solidão.

Esperava sempre pelo melhor. "Quem sabe no futuro as coisas serão diferentes?".

Mas às vezes, antes mesmo que o futuro chegasse, a solidão pegava forte. Sentia-se só.

Algo meio sem explicação.

Por que tem que ser assim?

Por que o Criador permite que seus criados, suas criaturas, sintam-se sós? Como se não houvesse perspectiva de nada? Uma solidão sem explicação. Uma sensação de vazio. De nada.

Como pó viestes.

Como pó voltarás.


domingo, 21 de fevereiro de 2010

A vida, sempre a nos ensinar

E vem de novo toda aquela situação que fez de tudo para evitar. Novamente as mesmas pessoas se fazem presentes. Aquelas mesmas, das quais tentara em vão manter-se distante durante muito tempo. Acontece que nem tudo na vida se realiza exatamente como se planeja. Às vezes pode-se até conseguir durante um período. Mas há algo muito superior a ti, pobre mortal, que o obriga a vivenciar momentos e aprender com eles. Não se engane pensando que a lição é somente para ti. A outra parte também tem seu legado, pode acreditar. Se conseguirá tirar algo de bom, aí é com cada um. E se perceber que, mesmo naquele instante em que relutaste a vivenciar, conseguiste manter teu equilíbrio, tua paz de espírito e até chegar ao ponto de não pensar em revides quando fostes instigado, saiba que deu um grande passo em sua evolução como Ser Humano. Felicitações a ti!



Imagem daqui.
¬

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Sina, Sinais II

Finalmente o entendimento daqueles sinais. Sim, aqueles sinais que outrora se fizeram perceber. Pois é... Eles aparentemente indicavam um sim. Aparência. Ilusão. Engano que provoca entendimentos variados, e inválidos. Há que ressaltar que havia mais de um tipo de sinais. Pelo menos foi o percebido já... bem, desde a percepção inicial.


Usar de meios indiretos para diretamente atingir um objetivo não é algo seguro de se fazer. Cada um de nós interpretará a seu modo. O meu modo, bem como minha interpretação, podem ser diametralmente opostos ao seu. [Sim, estou pecando pelo excesso. Pleonasmos... É para não ficarem dúvidas mais.] Diante disso, não se espante se a reação do outro não for condizente com o que esperava. Apenas ilusões. Entendimentos variados, e inválidos.



E o que dizer dos objetivos da vida, do universo? De suas conspirações sobre nós aqui, pobres mortais, fadados ao erro? Digo ao erro de interpretação!


Bem, o que dizer... que muitas vezes não compreendemos muito bem as mensagens, os sinais... Para consegui-lo, há que se estar despido da arrogância, da prepotência. Há que se estar aberto a eles e querer efetivamente compreendê-los. Porque as mensagens são sempre carregadas da verdade. Nós é que não sabemos perceber... e entendê-las.


Imagem retirada daqui.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Olha, eu queria te dizer...






"- Olha, (...) eu tenho uma porção de coisas pra te dizer, dessas coisas assim que não se dizem costumeiramente, sabe, dessas coisas tão difíceis de serem ditas que geralmente ficam caladas, porque nunca se sabe nem como serão ditas nem como serão ouvidas, compreende? olha, falta muito pouco tempo, e se eu não te disser agora talvez não diga nunca mais, porque tanto eu como você sentiremos uma falta enorme de todas essas coisas, e se elas não chegarem a ser ditas nem eu nem você nos sentiremos satisfeitos com tudo que existimos (...)."


Caio Fernando Abreu




Imagem: art.com.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Do Retorno

E de repente vem a vida de novo, com sua dinâmica cíclica e traz de volta pendências que ficaram pelo caminho, na forma de gente. Gente essa que não foi muito gentil quando de suas atitudes.


Mágoas. Foi o que essa gente toda deixou.

E agora, que estão de volta, como se nada houvesse acontecido, chegaram com a maior cara lavada. Risonhos e leves. Isso porque não carregam nenhum fardo. Ele foi despejado antes de partirem. Também, pimenta nos olhos dos outros é refresco!

 
Imagem daqui.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Das Mudanças (ou Não)

De repente, surpreendeu-se. Pensara veementemente que as coisas tomariam um certo rumo e já até havia preparado-se para a nova direção. Não que concordara com o fato. Mas pensara que seria melhor aceita-lo desde já. Sofreria menos?

Pausa. Não na direção, nessa não. Mas uma pausa em seus pensamentos, em suas certezas. Durou milésimos de segundos. Tudo muito rápido. Mas nem por isso insuficientes para não causarem  o devido impacto. Se é que deveria causar impacto. Mas o fato é que tudo mudou. O rumo já não seria mais aquele para o qual se preparara. E agora? O que faria? Afinal, afirmara para si que deveria atentar-se para quando o momento chegasse.

Acontece que o momento chegou. Mas não veio acompanhado pela mudança. Ao contrário. As coisas simplesmente permaneceriam como estiveram pelos últimos tempos. Deveria tranquilizar-se, afinal, é muito mais cômodo permanecer-se no que lhe é conhecido. Ou não?

Não confessou. Mas no fundo, felicitando, aprovou.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Quando decidimos por nossa Felicidade

Saber do seu regresso não me felicitou como deveria. Não que não seja importante a sua volta. Sempre importa que voltemos ao lugar que sempre fora nosso. E sempre voltamos.

Sabemos que os momentos não voltam. Mas como quem busca reviver as felicidades passadas, em nossa lembrança é como se ainda o são e não que foram, fazendo parte perpetuamente do presente, nunca do passado. É o auto engano constante. Poderia deixar de ser se você compartilhasse comigo dos momentos que ainda permanecem.

Mas é que não voltastes para tudo. É que seu tudo não corresponde ao meu. Ou vice-versa. Também, que lhe importa, enquanto estou cá a pensar por dois, você está uno, a percorrer esse mundo vasto. É que seu mundo já não corresponde mais ao meu. Lembrança felicitando doído.

Estranho. O céu hoje não amanheceu alegre. É de uma cor cinzenta, coberto por nuvens grossas que impedem o raiar claro dourado do dia. Prefiro o colorido ao monocromático. Este dá uma sensação de única possibilidade.

Prefiro a cor colorida do dia. É que ela traz consigo a alegria. Ainda bem que nuvens - quando não são alvas como algodão-doce - "são passageiras, que com o tempo se vai". Ainda bem que quando do raiar do dia, renovam-se também as esperanças. E junto delas vem novos desejos, novas possibilidades. Inclusive a de deixar definitivamente as lembranças em seu devido lugar. Não é necessário enterrá-las! Não! Afinal de contas, fazem parte de nossa história. E isso por si só já é importante. Mas é o momento enfim, de sair em busca de novas felicidades, deixando para trás lembranças doridas.

É só questão de amanhecer novo dia. Decidido já está. Não há mais que viver de auto enganos. Há sim que viver a vida, cada instante de real felicidade que me é concedida. Viver por mim, não pelo outro.

E quanto a você, bem, seja bem vindo ao seu regresso.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Minh'alma...

Minh'alma está sedenta por uma "revolução". Acho que muito mais ao derredor que dela mesma. [Não é falsa modéstia]. Não são só minhas "retinas [que estão] fatigadas"...

Não estou apenas divagando não.

Às vezes precisamos mudar. Mudar para renovar. Faz bem à alma. Faz bem à nossa vida.

Imprimir mais cores nos nossos dias, mais poesia nas nossas palavras, não somente no que vemos. Acho que estamos sendo bombardeados por notícias 'desagradáveis' já há bastante tempo.

Precisamos mudar nosso padrão de pensamento que é para atrair coisas boas. Digo nosso porque acredito que muitas outras pessoas devam estar com a mesma sensação que eu.

Confesso que tento, que faço minha parte. Me esforço todo instante para acreditar que o mundo é bom, porque a vida, sei que é bela, com toda a mágica que a abarca. Com toda a poesia que expressa nos mínimos acontecimentos.

Aqui dentro há muitas sementes de esperança! E as rego todos os dias! Hão de florir, você vai ver!


P.s.: ao escrever este texto, eu meio que mesclei um início de artigo, com intenção literária, ficcional, real, poesia... Miscelânea só.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Do Futuro...

Quando da incerteza do futuro,
Frio na barriga,
Medo do desconhecido.
Será ele bom?

Mas que não se perca nunca
A esperança da bonança.
Há que se ter sempre que
Regar a sementinha,
Que é pra florir o jardim.





Imagem retirada daqui.

domingo, 9 de agosto de 2009

Sinceridade de Alma

Ela é menina sincera. Preza pela verdade. É tão simples o seu desejo. Quer apenas um tempo para si. É para colocar as idéias no lugar. Difícil de entender? Acho que não. Mas por que então não acreditam nela? Justo ela, que sempre que decide dizer o que pensa e sente o faz da forma mais verdadeira? Sim, decidir, porque tem vez que guarda tudo lá dentro. E fica remoendo, como um comichão, no seu interior. É só olharem bem dentro dos seus olhos. E descobrirão tudo. Até o que decidiu não dizer. É que os olhos são o espelho da alma. E a alma dela, é verdadeira.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Chuva Sol Arco-íris

De repente nuvens carregadas se aglomeraram no céu. Tempestade à vista. Raios e trovoadas a anunciavam. Mas não tem problema não. Deixa chover, chover, chover... chover bastante. Que é pra limpar até a nossa alma, tirando de dentro da gente todo aquele peso que nos impede de caminhar e que é provocado pelas coisas que guardamos, não sabe? Isso não é bom não! Por isso, deixe que a chuva leve tudo embora. E que depois de tudo descarregar, que o céu esteja azul, azul. De um azul anil servindo de cenário para o sol, todo esplendoroso, vir nos aquecer, nos secar. É porque fica-se encharcado quando se toma chuva. Só não se pode esquecer de vir também um arco-íris, pra que a gente possa correr, correr bastante, tentando alcança-lo. Que é pra buscar nosso pote de ouro.

sábado, 1 de agosto de 2009

(In)compreensão

O que ele mais queria no momento era entender o porque de determinados acontecimentos. Há uma sensação de não compreensão. Não somente de sua parte. Do outro lado, parece-lhe que lá também não há clareza com o que aqui por ora acontece. Por mais que tente não pensar, não questionar, é inevitável. Somos seres complexos. E por vezes nos perdemos em meio a nós mesmos. Muitos dos acontecimentos se referem não ao externo, mas ao intrínseco. Às vezes tenta-se disfarçar, transpor para algo o que diz respeito a pessoa e não a coisa. O que será que o outro entende do fato? Será que efetivamente compreende o que se passa com ele? Seu maior desafio agora é provar para si mesmo que está tudo bem. Mas e quanto ao outro? Será que consegue convence-lo do que nem mesmo ele ainda compreende?

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Vazio Interior

Sabe quando seu coração vai ficando apertadinho, como se ele fosse encolhendo sobre si mesmo, e junto com essa sensação ainda vem um certo vazio, uma falta de preenchimento, como se agora, no lugar dele houvesse nada mais que espaços em vão? Não fosse por ele ali, no cantinho, sozinho, pequenino e amedrontado, esse espaço fosse maior do que o é agora. Mas mesmo assim, para você ele é tão grande, tão grande, que te ultrapassa, e aí você se sente pequenina dentro de si mesma, dentro desse espaço vazio que há em seu interior, como um pequeno grão de areia na imensidão desse mundo. Dá um aperto no peito, de dar uma dor que dói, sem doer.


A imagem veio daqui.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Pausa

De repente um momento de suspensão.
Uma pausa.
Forçada?
Sim, talvez sim porque independe de suas decisões.

Sensação de desconforto...
O que se deve fazer quando as coisas de repente entram em suspensão?

Perguntas...
Nem todas tem resposta...



Imagem tirada daqui.


sexta-feira, 17 de julho de 2009

Basta querer ver o Dia, Viver a Vida

Há muito que se acostumara com a rotina. Seus dias eram cinzentos. Todos iguais. Sempre as mesmas coisas. E outros tantos pleonasmos mais. Já não esperava pelo diferente. Sequer imaginava que qualquer coisa poderia ser o que até então não o tinha sido. Dizem que a gente se acostuma com tudo nessa vida. Acostumada estava com tudo sempre no mesmo lugar. Com tudo do mesmo jeito.

Até que um insistente raio de sol, pela fresta dos contornos do dia, encorajou-se a entrar onde era o que poderíamos denominar como seu mundo particular. No início duvidou. Será que é o que estou pensando? Vendo? Imaginando? Não, não tenho tempo para me dar ao luxo de contemplar...

Mas era sim. Era exatamente o que estava vendo! Não estava imaginando. Era tudo real. E era diferente do que já se habituara. Talvez por isso, tenha ficado instigada a olhar. Teve receios. Claro que os teve. Mas a curiosidade foi maior.

Resolveu que permitiria por si mesma, que abriria mais frestas para que a incidência dos raios pudesse ser maior. Não claro, sem ter ao menos um dos pés atrás. É para não perder o costume.

Quem sabe seja o início para que permita que seus dias voltem a ser belos, com seus jardins floridos, tendo por visitantes borboletas e beija flores, e que o céu esteja muito azul, de um azul anil, com suas gordas nuvens brancas de algodão doce, numa representação de beleza como a vida é.

Basta apenas que se permita.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Ansiedade

De repente uma ansiedade tão grande!
Mal consegue respirar...
Não cabe em si...
Parece que vai explodir!

E não tem nada a ver com felicidade.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Do Chamado da Vida

Estava completamente concentrada em seus afazeres impostos pelo cotidiano. Mas não tão concentrada a ponto de perder-se no emaranhado de suas obrigações. Eis que a natureza vem interrompe-la através das rápidas batidas das asas de um beija-flor. Simplesmente para lembrá-la que há vida lá fora. É só despir-se da rotina. Ser curiosa. E olhar pela janela.

domingo, 5 de julho de 2009

Poema para dormir.

Do Sono

Por hoje basta.
Minh'alma está cansada.
Quero apenas repousar.
Quero dormir o sono dos inocentes,
Como aquela criança embalada
Nos braços da noite,
Velada pelas estrelas
Sob a luz incandescente do Luar.

Numa simplicidade,
como a vida é.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

A Memória e o Tempo II

O que acontecerá a seguir? De repente uma saudade doída do que já foi. Como se um filme passasse apenas para si mesma, daqueles instantes que hoje existem apenas na memória. Sim, por mais que insistam em voltar para o presente ou projetar-se para o futuro, não passam de lembranças.

Se pudesse voltaria no tempo. Não modificaria nada. Apenas viveria com mais intensidade.

O filme? Ainda está em cartaz.